Interessante ver o instinto humano a funcionar em plena carga, quando o assunto é sentir-se
magnânimo através da projeção feita em cima daqueles que vencem uma etapa; que conseguem
a façanha de atingir aquilo que era o sonho de todos, ou quase todos.
Conseguimos ver isso de forma clara quando o assunto é o futebol, e com menos efeito, sob as
corridas de fórmula 1. Também vimos o início desse fogaréu, quando o Guga se fez brilhar em suas
campanhas de tênis.Chega no campo do fanatismo; pessoas são capazes de se transforem em
assassinos, brigões, e tudo por conta de uma instituição ou pela a devoção de um ídolo, um ser,
muitas vezes, desprezível que não está nem aí para os seus devotos.
O que leva uma pessoa a gastar o que não tem; a deixar o seu emprego, ou mesmo a família,
simplesmente para seguir o resultado do trabalho de um grupo, como se fosse o seu; contemplar
uma vitória, como se fosse a sua; chorar por uma derrota, como que se o mundo tivesse acabado...
Exageradamente, esforço-me a entender tal conduta, mas não há qualquer lógica dentro desse cérebro,
que às vezes pensa.Será que isso traduz a necessidade de pleno êxito, que nem sempre é possível?
Penso comigo mesmo, admirado por tanta euforia que eu jamais teria.
Alguém "Mexplica"?
Gê!®
Gê!®


Nenhum comentário:
Postar um comentário