sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Psicadélico Pensamento

Psicadélico Pensamento
Tão pueril quanto as divagações emanadas de pensamentos soltos, vagos e inquietos, são os pensamentos que escondem-se temerosos da incompreensão humana que, presa aos ditames culturais procura impor certeza, inclusive, no que é incerto.

Parvos pensamentos que escondem-se, uma vez que mantendo-se foragidos, jamais serão compreendidos, jamais serão reconhecidos.

A inquisição ao pensamento, sempre esteve presente, eterna, nunca morreu, que pena, já que a reflexão sobre qual tema que seja, traz-nos a elevação do conhecimento, por isso, refletir é necessário, mesmo que seja sobre uma laranja ou da imensidão do universo que talvez exista dentro de uma única gota d'àgua; a entender que nem sempre realizamos os reais motivos que levam-nos aos questionamentos.

Verdade ou mentira; certo ou errado; bonito ou feio, por que sempre deve haver dois extremos?
Nosso comportamento está pautado por formalidades indecifráveis, atos insanos promovem a sanidade, será?
Maravilhosa divagação, pois seu incremento quimérico empresta â realidade uma visão distorcida, mas que nem por isso incompreendida por aqueles que gostam de pensar.
Maravilhosas palavras que separadas, nada são, mas em conjunto transformam-se em som e transporta o pensamento, por mais estulto que venha a ser, o que mais posso querer senão o prazer de poder, de alguma forma externar meus Psicadélico Pensamentos?
Pensamento, mais do que uma faculdade é a sua necessidade, afinal, o que seria eu; o que serias tu sem isso?

Carinhosamente,
Gê!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Homenagem às moças da Vila Mimosa!



Homenagem às moças da Vila Mimosa!

Você pode ser meu freguês, afinal,
sou puta, puta de todos vocês!

Ando pela rua a vagar, sem destino
e sem direção.
procuro apenas diversão,
mesmo sendo essa, a minha profissão!

Pura, crua, nua...
com certeza , posso ser sua.
caso valor tenha me dado,
faço em você todo agrado.

Pois, se for o meu freguês,
sua puta serei, como sou de todos vocês!

Bendita seja eu, cheia de graça;
bendito seja você, que a mão me passa.
bendita seja a minha bolsa que abraça,
os mimos que, gentilmente, recebo,
daquele que vorazmente me traça.

Não tenha qualquer sentimento,
não guarde espera ou lamento,
tenha tudo como serviço,
espere de mim tão somente o benefício,
daquilo que foi apenas mais um início.

Dentro de mim fica o seu gozo,
contigo a satisfação,
mas, por favor, não se esqueça
da sua obrigação,
por isso, pague pelo serviço
com a mesma gratidão.

Você é meu freguês,
e eu puta, puta de todos vocês.

Tenho em minha profissão,
total empenho e aplicação.
Não escolho hora ou lugar,
basta apenas me alugar,
e meu serviço contemplar.

Vivendo da servidão, faço do trabalho um dom,
pois, trago dentro de mim, todo o conhecimento,
de um mundo nebuloso e sombrio;
das esquinas das ruas vazias;
das noites frias e solitárias;
do interesse mesquinho,
que usa tão sabiamente
o pensamento sagrado
de santo considerado
que diz em sua oração que É DANDO QUE SE RECEBE,
e, uma vez recebendo, posso ser sua, percebe?

Aceita! seja meu freguês,
e serei sua puta, puta, como sou, de todos vocês.

Carinhosamente,
Gê!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Maravilhosa mágica!



Maravilhosa mágica!













Pois é, como foi maravilhosa a mágica fabulosa de SER EU!

Nascido de um simples ato, amoroso ou de puro libido, pouco importa, aqui estamos nós, frutos da união de um espermatozóide esperto e um óvulo solitário.

Grande mágica do desconhecido, quem diria que de uma simples sacanagem nasceria EU, nasceria você...

Fantástico, não?

Viver dentro da barriga da mamãe, rindo a toda hora dos "manos espermas", que ficaram para trás ao longo da corrida pela vida...
Tá certo, acredito que alguns, talvez melhores do que eu, melhores do que você, tenham sido alvo da intimidação, mas isso é passado, pois aqui estou EU, aqui está você.

Somos cúmplices, de alguma forma, nessa jornada, não concorda?
Pois, fomos capazes de tudo, só pelo prazer de estar aqui.

Por tudo isso, por estarmos aqui, tristes ou alegres, em grupos ou solitários, devemos fazer o melhor, não para agradar a quem quer que seja, mas para que a nossa estadia seja a mais significativa.

Lutar pelo reconhecimento; relacionar-se com pessoas que sejam, pelo menos, aparentemente, melhores do que a gente; aprender coisas, para coisas ensinar, porque depois da vida, só nos resta a morte.

Morte!

Que brincadeira sem graça!

Leva quem não gostamos, mas também leva os que amamos...

Mas morrer faz parte da vida, está no contrato e, quem sabe um dia a gente não reencontra todos e, aí, daremos grandes risadas dessa brincadeira que é a vida.

Morte, vida. Vida, morte!
Estamos aqui para o que der e vier, crendo ou não no que está por vir.

Grande mágica do desconhecido, quem diria que de uma simples sacanagem nasceria EU, nasceria você...

Por tudo isso, permita-me expressar-me na forma mais singela possível:

PUTA QUE PARIU, CONSEGUIMOS! Estamos vivos.

Beijos e abraços a cada um de vocês, seres importantes e campeões!

Carinhosamente,
Gê!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

O poder que vem de dentro



O poder que vem de dentro








Muitas vezes, principalmente nos dias de hoje, quando a violência e o despreparo das pessoas e do Estado é cada vez maior, no que diz respeito a valorização do indivíduo, nos pegamos num vazio intenso, sozinhos, perdidos...


Nesses momentos, achamos que nada será como antes; que todas as nossas ambições e sonhos estão perdidos; que os amigos se foram.
Mas diante da introspecção involuntária, como num passe de mágica, a vida toma novos rumos; respostas que pareciam não existir, surgem de sobremaneira, tão clara, tão evidente.

Nessas horas, passamos a nos dar créditos maiores, passamos a valorizar mais o nosso eu, independente da religiosidade que temos ou da falta dessa. Pois, acredito, são esses momento perdidos que nos fazem evoluir, dando-nos a percepção exata de que nada tem valor maior do que nós mesmos e, que se não amarmo-nos e respeitarmo-nos, não poderemos amar a ninguém.

O poder que vem de dentro!

Talvez esse seja o maior de todos os poderes, talvez seja isso que nos faz Deuses Vivos, carentes, porém, da valorização Universal, perseguindo sempre o que é inatingível e, obtendo com isso a intensa dose de inquietação que tanto nos faz prosseguir, por mais que achemos difícil a jornada.

Engana-se, entretanto, aquele que julga como desânimo essa fase, uma vez que trata-se apenas de uma das fases do aprendizado que tanto buscamos.

Desejo que essa reflexão, sirva, pelo menos, como ponto de partida, para aqueles que, de alguma forma, estejam passando por fases semelhantes ao que comentei.

Cordialmente,
Gê!

Ah se eu pudesse....

Ah se eu pudesse...


Ah se eu pudesse....

Conquistaria o mundo
e tudo que nele há.
principalmente, sua amizade,
pura e sincera,
longo e verdadeira.

Tornaria-me um ser melhor,
viveria com qualidade,
teria outros modos...

Ah se eu pudesse....

Conquistaria o seu coração;
Chamaria-lhe de meu irmão;
Daria-lhe um afetuoso abraço e,
pegaria em suas mãos....

Tudo isso, se eu pudesse!

Ah se eu pudesse....

Mudaria todas as criaturas;
tornar-me-ia Deus UNO;
Faria maior reboliço...

Tudo isso, se eu pudesse!

Mas, enquanto não posso,
contento-me com o que sou;
com o que tenho e,
com o que vejo.

Nada se faz mais precioso nessa vida
do que sermos de fato quem somos,
tornando-nos verdadeiros nas ações e
sinceros com as palavras....

Se eu pudesse,
Falaria tanta coisa que,
nada mais me restaria e,
mudo tornar-me-ia..

Ah se eu pudesse....

Ainda bem que não posso,
assim vivo a cada dia,
um pedaço dos meus troços.

Beijos,
Gê!

sábado, 11 de outubro de 2008

A vida é bela! Eu sempre digo.

Um dia, cresceremos, deixaremos essas brincadeiras bobas e sem graça de lado e viveremos a vida dos mais velhos....

Sentaremos numa linda cadeira posta num canto de uma varanda; seremos atendidos em todas as nossas vontades; muitos prestarão atenção à nós e cuidados nos darão.

Vai ser muito legal, ter a atenção de todos....

Aos domingos, a casa estará cheia de gente, pessoas, inclusive, que nem conhecemos ou que apenas vimos algumas poucas vezes e as cumprimentamos apenas com um sorriso saliente nos lábios ou apenas com um simples aceno...

Acreditando ser amados, felizes ficaremos!

Assistiremos televisão na varanda, sim! Porque nessa varanda haverá televisão...

As pessoas serão limpinhas, andarão sempre de branco o dia inteiro e à noite também...

Mas, ai vem a verdade!

Nada mais terá sentido, pois estaremos todos, guardados, escondidos em um asilo, raramente lembrados por todos que um dia nos foram queridos, pessoas que tanto amamos e que jamais deixaríamos que algo do mal lhes acontecesse....

Apenas tratados porque pagamos com os míseros recebimentos de uma vida de sofrimentos; tratados como parvos, alimentados e trocados por pura obrigação empregatícia e nada mais do que isso.

Um asilo!
Talvez seja tudo os que nos espera no dia em que crescermos e mais velhos ficarmos...

Sei lá, acho que não é questão de querer assim ou assado, as coisas acontecem, as pessoas envelhecem sem que se perceba direito, um dia, se está bem, dorme adulto e quando menos se espera, alguém dá o sinal, o alerta fatal, chamá-lhe de "coroa", de "velho" e pronto, você está acabado e, por causa desse maldito apelido, todos os males acordam contigo, levantam-se primeiro, impedindo-lhe a possibilidade da normalidade do cotidiano de anos...Tosse; artroses; mal disso; mal daquilo....Uma merda!

Não demora muito, descobre-se que viver não é mais a mesma coisa, que nada é mais tão simples como antes era; que sua vida começa a atormenta e atrapalhar a vida dos outros e, nesse instante, lúcido e coerente, não resta outra alternativa do que, de forma voluntária resolve seguir, ainda com as próprias pernas, para um asilo....

....Isso, se as posses financeiras permitirem, pois um cantinho desses, por mais humilde que seja, não é barato, nada nessa vida é de graça, tudo tem o seu preço, muitas vezes com valorosos ágios.

Mas a vida é assim mesmo, se nascemos, devemos crescer, tornarmo-nos adultos, envelhecer e, com alguma sorte, morrer com dignidade, pelo menos.

Carinhosamente,
Gê!

O Ogro que existe em mim...

O Ogro que existe em mim...

Sou um Ogro, todos somos, apenas não confirmamos isso.

Diante da nossa feiura interna, procuramos expor a beleza que, muitas vezes, não possuímos, mas que fingimos ter.

Sou Ogro, não tenho dúvida! Daqueles que não fingem, demonstram o que sentem...

Ogro tal qual você é e, além de não perceber isso, nunca admitiu tal coisa, que coisa!

Mas, raramente Ogros admitem ser, tavez porque acham-se lindos, mesmo fedidos por dentro, crêem que são perfumados; com almas nebulosas, pois assim são as almas dos Ogros...

Mesmo que de mal nada tenhamos; linda feiura possuímos, afinal, somos Ogros!

Feia beleza que, insistentemente, procura fazer-se presente em cada um de nós, lindos-feios Ogros que, mesmo feios, achamo-nos lindos! E, lindos somos, pois somos Ogros.

Todo mal pode parecer ser bom, mas nem toda bondade é boa, pois bondade, de verdade, é coisa a toá para todo e qualquer Ogro, talvez pela simples timidez; talvez por pura vaidade, quem vai saber, senão nós. os Ogros?

Mas, Ogros são Ogros e, sou um deles, tal qual, talvez, você, fazer o quê?

Mas, contudo, todavia, porém e nem tanto, os Ogros são lindos, assim nossas mães nos acham, mesmo que estejamos dentro do lixo; mesmo com toda sujeira somos perfumados, exalamos verdades, excessos de sinceridades que tanto machucam; que tanto faz doer.

Somos capazes de enxergar no mundo tudo aquilo que ninguém ver;
somos capazes de tornarmo-nos belos aos olhos incautos, iludidos diante da coisa feia que se faz bela....

Por tudo isso, digo, que bom ser Ogro, tal qual igual a você!

Beijos,
Gê!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Momentos



"Toda verdade passa por três estágios. Primeiro, é ridicularizada. Em segundo, é violentamente refutada. Em terceiro lugar, é aceita como sendo uma clara evidência" (Arthur Schoppenhauer)

E assim é tudo na vida...

Houve um momento em que via nas paredes imagens de deidades que, através de suas sobras, pareciam querer dizer-me algo, ora felizes, ora tristes e até mesmo zangadas ou aborrecidas, mas sempre mantendo-se como figuras divinas, isso fazia-me um ser apaixonado pelas lindas paredes que, necessariamente, não eram tão lindas, mas sempre paredes...

E por falar em paredes, nada melhor do que as paredes para mostrar-nos como um espelho revelador, acredito que as paredes são mais do que parecem ser, afinal, quantos segredos escutam; quantos crimes presenciam e, de quantos atos libidinosos são cúmplices...

Alguém já se deu conta disso?


Também já tive meus amores por árvores; suas folhas verdes e cheirosas; sua idade que é acompanhada pela grande sabedoria do tempo, como isso me fascinava...

Volúvel, passei a admirar as montanhas, pois pareciam ser mais difíceis de serem conquistadas, ledo engano, pois a cada passo de aproximação, mais perto de mim elas ficavam, mostrando-me suas trilhas, trilhas lindas, por onde eu me realizava em gozo pelo puro prazer de ali estar.

Hoje encanto-me com o mar, mas dele tenho medo, ou respeito, talvez por não se mostrar sexualmente camarada e tampouco feminino, mas confesso que minha admiração é imensa, com a imensidão do mar.

Nostálgico, tomo-me pela emoção ao perceber que nada mais belo do que paredes esburacadas e oferecidas, que fazem-nos sonhar com aquilo que somente existe em nossos pensamentos vagos; em nossos devaneios soporíferos, causados pela insensata embriagues dos vinhos e do sono.


Reflexivamente,
Gê!

Oração de Abertura da Tenda Pai Malaquias da Bahia



Tenha de Umbanda Pai Malaquias da Bahia


Oração de Abertura da Tenda Pai Malaquias da Bahia


Oxalá, Nosso Pai, neste momento aqui reunidos, todos estamos a elevar nossos bons pensamentos, tendo como guia espiritual Pai Malaquias da Bahia; suplicamos forças para a nossa jornada e a iluminação dos bons espíritos.
Envolvidos sobre o seu manto branco e sagrado possamos estar e, que logremos êxito na condução divina dos nossos trabalhos, conservando sempre a humildade e a perseverança.

Pai Malaquias da Bahia, rogamos-lhe, neste instante, e a toda a sua falange, que nos ampare com a sua pujança e bondade, permitindo-nos a fé e norteando-nos no correto caminho para o bom andamento da nossa sessão.

Oh Omulu, primogênito de Oxalá com Nanã Buruquê, aliviai-nos de todos os males; consolai-nos nos tormentos causados por nossas chagas, mesmo que essas sejam invisíveis. Prepare-nos para o momento da nossa passagem, tornando-nos resignados quando nossa presença for requisitada pelo Pai Maior.

Ibejada!
Crianças que com a alegria, pureza e inocência, faz luzir nossa alma; ajudem aos nossos filhos amados à boa caminhada; empresta-nos suas boas energias para que tudo aconteça de acordo com a nossa lei, nesta hora , neste momento, tão preciosos para nós.

Pedimos aos nossos queridos Pretos Velhos; à Ogum, guerreiro; Yansãn, Oxum e Yemanjá, mães queridas; aos Caboclos e Boiadeiros e aos Exús, guardiões dos nossos caminhos, que vibrem através de nós, a fim de trazer o devido conforto e paz aos médiuns e assistentes da nossa casa; aos enfermos e carentes de todo o mundo, assim como a todos que necessitem de iluminação em seus caminhos.

Que os Orixás façam de todos nós instrumentos de suas graças, possibilitando que suas energias tão positivas cheguem a todos.

Oxalá, Nosso Pai, que sua benção seja concedida para a abertura da nossa sessão e que os trabalhos sejam guiados pelo nosso mentor, Pai Malaquias da Bahia e, que estejamos sempre em acordo com os fundamentos da nossa Umbanda.

Que assim seja com a energia e força de todos os Orixás!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Reflexão do espaço/tempo

Imagino o espaço como bolha, várias bolhas e em cada bolha um universo e, num desses universos estamos nós, seres menores que microscópicos, infinitamente pequeninos...

Imagino o universo como um Matrix, sério, onde tudo já vem num pacote, quase que programados, ou programados, sei lá, numa programação que nos faz parecer real, tão real que acreditamos ser.

Você já jogou AGE OF EMPIRES? Pois é, assim mesmo.

Imagino que estamos à mercer dos Deuses, sejam eles quem forem; que somos meros brinquedos, brincando de coisas e com coisas, a pensar que tudo é sério...mas talvez não seja.

Imagino que tempo e espaço sejam apenas frutos da nossa criação; o tempo não existe; o sol, como nosso astro rei, cadência nossa criação, nosso crescimento, envelhecimento e morte e, por conseguinte fazemos dele e da lua, nosso "relógio do tempo", mas que tempo?

Imagino tudo isso, mas quem sou eu para ter a certeza?

Tudo isso, na minha singela opinião, é fruto da minha imaginação, um ser que, talvez, nem exista de verdade...

Certamente, assim como eu, você também não consegue ver os micro micróbios que se quer ainda foram descobertos por cientistas...
Comparemos então nosso tamanho diante do universo e veremos que não somos tão grandes e, se Deus existe, e não estou aqui negando ou afirmando sua existência, Ele estaria tão preocupado conosco, quanto estaria com esses micro micróbios, não concorda?

Penso que nossos valores, nossas verdades e mentiras, de nada valem para a Grande Fraternidade Universal...E não estou a falar com uma visão filosófica-religiosa, mas com uma visão particular, viajando mesmo na maionese...

Acha de verdade que se colocassem eu, você e nossos amigos em condições semelhantes a da idade da pedra, sem qualquer instrumento e orientação, a gente conseguiria os feitos, que dizem, que os nossos ancestrais fizeram? Acho que nem com um trilhão de anos a nosso favor...

Nossa evolução maior, indiscutivelmente, se deu entre os séculos XIX e XX, será que o homem, tendo saído praticamente ontem da idade média, ainda mantendo-se em muitos dos conceitos e pensamentos daquela época, seria capaz de tamanho feito?

Como disse acima, comparo nossa civilização a um MATRIX ou mesmo ao jogo AGE OF EMPIRES e, tomara que quem esteja jogando continue a gostar da nossa performance e não delete tudo de repente...Já pensou? Seria um desastre para nós, pobres coitados, iludidos com a existência do tempo.

Portanto, amigo, sendo verdadeiro ou falso nosso mundo, vamos continuar fazendo o nosso papel direitinho, com muito esmero, pois se a gente não fizer... Prefiro nem pensar nas conseqüências!

Claro que ninguém tem qualquer resposta ou mesmo esteja fundamentado em dados científicos, mas contido no "achismo", inclusive e principalmente eu.

Embora muito religioso, sou um homem de pouca fé, ou nenhuma fé, pode ser contraditório, mas quem disse que não sou?
Tenho minha visão voltada para o Evolucionismo e contesto as teorias Criacionistas.
Acredito que não somos os únicos nem os principais seres do universo.

Tudo bem, Vênus pode não ter seres como nós, que precisamos de oxigênio, água, alimentos, etc. Mas que vai poder provar que não exista por lá seres com características totalmente diferentes da nossa, imperceptíveis aos nossos olhos?

Já foi provado que os nossos sentidos são limitados, que um cão ouve melhor que o ser humano, que um falcão tem visão superior à nossa...E, sendo assim, que nos garante que aqui mesmo não tenham seres que para nós sejam invisíveis, mas que influenciam diretamente à nossa civilização?

Conjecturas serão sempre conjecturas...por isso, não tenha em minhas palavras qualquer impressão de sabedoria ou de verdade, afinal tudo isso é brincadeira.

Cordialmente,
Gê!

EU SOU DEUS!


EU SOU DEUS...
Sou filho do HOMEM e, como filho de peixe...

Pois é!

Descobri hoje cedo, faz poucas horas,
e foi lindo!

Posso tudo ou quase tudo...

Sou capaz de criar criaturas tal qual a minha imagem e semelhança
Sou capaz de fazer o bem e o mal também...

Posso dizer se vai chover ou se o dia será ensolarado, bastando olhar para o céu...

Posso enxergar a beleza de uma flor olhando simplesmente para a sua semente...

Consigo alegrar um cão com um carinho,
faço uma pessoa feliz com um sorriso.

Afinal, SOU DEUS!

Meu Pai é Poderoso, manda em tudo
e Eu com Seu filho...

Sou mágico, divino...

Minha luz não se apaga!

E você, como minha irmã ou meu irmão, não é diferente.
Nós fazemos a diferença.

Tenho a idade do lobo; a inteligência da raposa; a sabedoria do macaco.

Afinal...

Carinhosamente,
Gê!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Os pés...


Pés...
Adoráveis pés que deitam-se suavemente ao solo para que eu fique de pé!

Pés que, segundo os orientais, guardam segredos inimaginaveis sobre a nossa mente, nosso corpo e saúde...

Ah, pés! Como eu os venero, mesmo estando no mais baixo degrau de um corpo, seja ele humano ou não.

Pés que, sempre de prontidão a me servir, deitam-se para eu levantar e levantam-se, como um guardião para que o meu descanso seja tranqüilo e, ao menos sinal de perturbação, agitam-se preocupados, a procura da defesa de tamanho corpo...Opulento corpo!

Pés que de servos, tornam-se senhores, pois, sem vocês a lugar algum vou , sem que seja necessária a misericódia de terceiros...

Oh, pés, gloriosos pés, que nem sempre damos o devido valor!

Que no descansar do nosso corpo, com a chegada nossa morte, serão altivos e, novamente, postando-se como um bravo guerreiro, de pé, gardiando esse corpo que durante toda a vida deu mais atenção ao coração e a mente, mas sempre ou quase sempre deixando-lhes ao esquecimento, mesmo sendo servis e guardiõed do nosso sono; aqueles por onde, muitos acreditam, parte a nossa alma no momento da fuga do corpo inerte.

Aos meus pés ficam o meu reconhecimento e o agradecimento por serem tão preciosos à minha caminhada.

Veneravelmente,
Gê!