sábado, 11 de outubro de 2008

O Ogro que existe em mim...

O Ogro que existe em mim...

Sou um Ogro, todos somos, apenas não confirmamos isso.

Diante da nossa feiura interna, procuramos expor a beleza que, muitas vezes, não possuímos, mas que fingimos ter.

Sou Ogro, não tenho dúvida! Daqueles que não fingem, demonstram o que sentem...

Ogro tal qual você é e, além de não perceber isso, nunca admitiu tal coisa, que coisa!

Mas, raramente Ogros admitem ser, tavez porque acham-se lindos, mesmo fedidos por dentro, crêem que são perfumados; com almas nebulosas, pois assim são as almas dos Ogros...

Mesmo que de mal nada tenhamos; linda feiura possuímos, afinal, somos Ogros!

Feia beleza que, insistentemente, procura fazer-se presente em cada um de nós, lindos-feios Ogros que, mesmo feios, achamo-nos lindos! E, lindos somos, pois somos Ogros.

Todo mal pode parecer ser bom, mas nem toda bondade é boa, pois bondade, de verdade, é coisa a toá para todo e qualquer Ogro, talvez pela simples timidez; talvez por pura vaidade, quem vai saber, senão nós. os Ogros?

Mas, Ogros são Ogros e, sou um deles, tal qual, talvez, você, fazer o quê?

Mas, contudo, todavia, porém e nem tanto, os Ogros são lindos, assim nossas mães nos acham, mesmo que estejamos dentro do lixo; mesmo com toda sujeira somos perfumados, exalamos verdades, excessos de sinceridades que tanto machucam; que tanto faz doer.

Somos capazes de enxergar no mundo tudo aquilo que ninguém ver;
somos capazes de tornarmo-nos belos aos olhos incautos, iludidos diante da coisa feia que se faz bela....

Por tudo isso, digo, que bom ser Ogro, tal qual igual a você!

Beijos,
Gê!

2 comentários:

Sylvia Oda disse...

Adorei a imagem......é tão familiar
rsrs
Vc realmente é lindo!
Continue escrevendo, sempre.....pois faz-nos pensar em coisas que não pensaríamos por nós msms
Te amo

Sua Fiona

Anônimo disse...

Pois é, Gê!
Temos não só o hábito mas a exigência em nos vermos perfeitos, mesmo que não sejamos e, se assim nos pegarmos, sofremos e escondemos.E sofremos mais ainda com esse tapume que nos impomos, afinal, é ele que impede de nos vermos como verdadeiramente somos. Quem erra? Serão os que nos exigem a perfeição?