Reflexão sobre a teatralização da convivência
Onde está o divisor do reconhecimento que temos por alguém, uma vez que tendemos a nos apegar pelo cultos, letrados, os de boa condição financeira e bem posto na sociedade?
O mundo é um teatro, onde somos atores ou teatristas vivendo uma teatralização nem sempre honesta, nem sempre verdadeira. Até que ponto isso é válido para o nosso crescimento pessoal e espiritual?
No fundo, acho que todos somos assim, preconceituosos de nós mesmos, apegados ao palpável, buscando o reconhecimento não pelo conteúdo abstrato, porém verdadeiro, mas pelo quantitativo, deixando, muitas vezes o qualitativo de lado...lamentável!
Quantos amigos pobres, efetivamente pobres, nós temos?
De quantos moradores de rua procuramos saber o nome ou, o por que da sua condição e, ainda, o quê, verdadeiramente, fazemos?
A vida, acredito, está pautada em cima de um roteiro mal escrito que, seguimos sem qualquer cerimônia, sempre crendo que nossos valores são os melhores, que nossas certezas devem prevalecer em toda e qualquer circunstância, mas será isso o correto?
Damos as costas às questões plurais, fingimos que não é conosco e assim vamos vivendo, representando nosso papel e, tendo a certeza de que o personagem, não é mais apenas um personagem, pois a incorporação é tremenda e, com isso, as minorias, não pela quantidade em si, mas pela força em representatividade, acaba sucumbindo e escravizando-se diante daqueles que, mesmo fortes, são seus irmãos.
Fraternalmente,
Gê!
O mundo é um teatro, onde somos atores ou teatristas vivendo uma teatralização nem sempre honesta, nem sempre verdadeira. Até que ponto isso é válido para o nosso crescimento pessoal e espiritual?
No fundo, acho que todos somos assim, preconceituosos de nós mesmos, apegados ao palpável, buscando o reconhecimento não pelo conteúdo abstrato, porém verdadeiro, mas pelo quantitativo, deixando, muitas vezes o qualitativo de lado...lamentável!
Quantos amigos pobres, efetivamente pobres, nós temos?
De quantos moradores de rua procuramos saber o nome ou, o por que da sua condição e, ainda, o quê, verdadeiramente, fazemos?
A vida, acredito, está pautada em cima de um roteiro mal escrito que, seguimos sem qualquer cerimônia, sempre crendo que nossos valores são os melhores, que nossas certezas devem prevalecer em toda e qualquer circunstância, mas será isso o correto?
Damos as costas às questões plurais, fingimos que não é conosco e assim vamos vivendo, representando nosso papel e, tendo a certeza de que o personagem, não é mais apenas um personagem, pois a incorporação é tremenda e, com isso, as minorias, não pela quantidade em si, mas pela força em representatividade, acaba sucumbindo e escravizando-se diante daqueles que, mesmo fortes, são seus irmãos.
Fraternalmente,
Gê!



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