Muitas vezes chateados por acharmos que não tivemos a devida consideração; muitas vezes não enxergamos o indigente por acreditar que dele nada se extrai de bom e positivo, será?
Qual deve ser o valor de cada um e como mensurar essa dimensão?
Vivemos num corre-corre danado, querendo, a qualquer custo, mostrar-nos para o mundo, fazer a diferença, mas, e os outros?
Qual é a diferença, em termos de valores humanos ou humanitários, entre um bem sucedido executivo e um mendigo que por mais que tenha tentado, aparentemente, não conseguiu, mas traz dentro de si, todas as experiências de uma vida malfadada...
Que vida!
Quantas histórias, talvez tenha esse homem para contar e ensinar...
Mesmo assim, damos-lhe às costas, seguindo no nosso corre-corre, olhando apenas gente bonita e bem sucedida; acreditando no dizer popular que juntando-se aos bons, também seremos um deles, será?
Penso que o valor de cada um é intrínseco ao indivíduo, e por isso, deve, ou deveria, ser respeitado, sempre! Mas não é bem assim que acontece dentro desse nosso mundo caótico e medíocre, infelizmente.
Talvez no dia em que começarmos a valorizar o indivíduo simplesmente por ter sido, assim como nós, mais um vencedor entre os milhões de espermatozóide que buscava unicamente a oportunidade de nascer, sem esperar nada a mais do que isso.
Carinhosamente,
Gê!
Qual deve ser o valor de cada um e como mensurar essa dimensão?
Vivemos num corre-corre danado, querendo, a qualquer custo, mostrar-nos para o mundo, fazer a diferença, mas, e os outros?
Qual é a diferença, em termos de valores humanos ou humanitários, entre um bem sucedido executivo e um mendigo que por mais que tenha tentado, aparentemente, não conseguiu, mas traz dentro de si, todas as experiências de uma vida malfadada...
Que vida!
Quantas histórias, talvez tenha esse homem para contar e ensinar...
Mesmo assim, damos-lhe às costas, seguindo no nosso corre-corre, olhando apenas gente bonita e bem sucedida; acreditando no dizer popular que juntando-se aos bons, também seremos um deles, será?
Penso que o valor de cada um é intrínseco ao indivíduo, e por isso, deve, ou deveria, ser respeitado, sempre! Mas não é bem assim que acontece dentro desse nosso mundo caótico e medíocre, infelizmente.
Talvez no dia em que começarmos a valorizar o indivíduo simplesmente por ter sido, assim como nós, mais um vencedor entre os milhões de espermatozóide que buscava unicamente a oportunidade de nascer, sem esperar nada a mais do que isso.
Carinhosamente,
Gê!



Um comentário:
A gente vive no mundo da matéria. Ignorar que não somos apenas energia e espiritualidades é ignorar o nosso próprio desafio.
Somos um todo de corpo, coração e mente. Dissociar às partes é esquizofrenizar a existência.
Estamos vivendo um mundo esquizo de gente dividida e melancólica, em sua maioria. Só não melancólicos quando jovens, e olhe lá.
Precisamos descobrir como conviver com tudo o que é para se conviver e dentro desta cultura, neste mundo cão encontrar nosso lugar.
Quase missão impossível, mas se nós, buscadores, a ela não nos entregarmos de corpo e alma, restarão só esta montanha de gente psicotizada a força de uma sociedade cruel.
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