Quero de volta toda a ingenuidade que um dia tive e, que tanto não fazia-me mal;
Quero novamente, a sensibilidade dos tolos, pois tolo sou, com orgulho e honra.
Voltar a enxergar aquilo que é visto por quase ninguém; gargalhar em alto som, sem a devida preocupação do exagero ou da repreensão da atitude inapropriada.
Desapropriada sanidade, que tanto nos embrutece, adulterando a lógica da simplicidade do viver, tornando-nos apenas mais um, entre tantos, na multidão que caminha, sem rumo, ou certeza da exatidão do destino, contudo, sem deixar transparecer o pavor que a maturação traz.
Quero de volta, bradou menino que jaz calado, emudecido em ferétro, que a alma produz e armazena, o retorno dos pensamentos, que um dia foram esquecidos, guardados num canto qualquer, porém, tão importantes à constituição genérica daquilo que um dia fomos e, talvez necessária ao que um dia seremos...Nada!
Pensando bem, mais do que os sonhos, desejo os pesadelos, pois esses, sim, companheiros de verdade, deixam-me de olhos atentos, até quando preciso dormir.
Gê!®
Quero novamente, a sensibilidade dos tolos, pois tolo sou, com orgulho e honra.
Voltar a enxergar aquilo que é visto por quase ninguém; gargalhar em alto som, sem a devida preocupação do exagero ou da repreensão da atitude inapropriada.
Desapropriada sanidade, que tanto nos embrutece, adulterando a lógica da simplicidade do viver, tornando-nos apenas mais um, entre tantos, na multidão que caminha, sem rumo, ou certeza da exatidão do destino, contudo, sem deixar transparecer o pavor que a maturação traz.
Quero de volta, bradou menino que jaz calado, emudecido em ferétro, que a alma produz e armazena, o retorno dos pensamentos, que um dia foram esquecidos, guardados num canto qualquer, porém, tão importantes à constituição genérica daquilo que um dia fomos e, talvez necessária ao que um dia seremos...Nada!
Pensando bem, mais do que os sonhos, desejo os pesadelos, pois esses, sim, companheiros de verdade, deixam-me de olhos atentos, até quando preciso dormir.
Gê!®


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