Perambulo entre os pensamentos soltos e vazios; vivo a vagar sem rumo, sem destino certo e, muito menos, com pressa alguma, o tempo é irrelevante nesses momentos fugazes, pueris.
Vislumbro o imenso fracasso dos seres em temerem a morte, desejos pela contemplação da vida, quem sabe, eterna, que jamais chega, afinal, todos morrem...
Maravilhado fico ao perceber que não estou sozinho entre os pensamentos, uma vez que muitos viajam na mesma trilha, possivelmente, por causa do preço, já que, sonhar não custa nada...a não ser o próprio pensamento, solto, vazio, leve feito chumbo derretido, suave como o barulho da sirene da ambulância, que parte rumo ao desconhecido que, moribundo, temendo a morte que lhe ronda, clama por socorro.
Como é incrível enxergar nos outros, aquilo que tão bem guardamos dentro de nós, a hipocrisia!
Fantástica condução humana que, transpõe todas as barreiras do impossível e, consegue fazer coisas que, já nem sei se os deuses, ainda, duvidam.
Quão poderosa é a arte do pensar, pois, com as reflexões, garantidas como bônus, mais e mais milhas conquistamos, bastando tão somente à disposição, visto que, nem de mala precisamos e, nessa viagem insólita, a melhor companhia é a nossa própria, conhecedora das nossas limitações e, compreensiva com os intermináveis descasos que damos aos fatos relevantes e, infundadas preocupações mantidas diante das futilidades...
Sou a praticidade em pessoa, quando o assunto é o relativismo, penso na morte, mais do que na própria vida, calculo as horas que ainda me cabem, pouco mais de 216mil/h ainda tenho, se contingência não ocorrerem, mas, ao contrário da maioria, não desejo todo esse tempo, pois, com o passar dos anos, tudo se parece reprise; nem a nova mulher amada, parece ser tão encantadora, embora seja, afinal, já foram tantas...
Com o tempo, por mais criativo que sejamos, tudo fica repetitivo, dá moleza, desmotiva, perde a graça e, o sorriso que é esboçado, é, antecipadamente preparado, de acordo com a clientela, parece que perdemos o romantismo da surpresa, do autoencatamento, automático ficamos. Não aprecio disso!
Hoje, mais maduro, começo a entender aqueles que dão fim à própria vida, coisa que antes recriminava, não recrimino mais, e, quem sabe, um dia também não seja esse o nosso destino, afinal, não há coisa mais chata do que a reprise da reprise da reprise, pelo menos, eu acho.
Enquanto não chega ao final dessa já conhecida estória, vamos, entre bocejos, assistir a tudo, sem dar muita atenção à coisa alguma; olhar com desdém às cenas que tanto fascinam a quem assiste pela primeira ou segunda vez e, dar gargalhada da seriedade com que é levado cada capítulo, uma vez que sabemos que, no final tudo dá certo e, se não dá, fingimos...está tudo certo!
Banalidades.
Na banalidade dos meus pensamentos, penso! Imagino questões indissolúveis, procuro solucioná-las, na medida do impossível.
Capítulos são encerrados a cada instante, em nossas vidas.
Jamais o amor prevalece, afinal, trata-se apenas de uma palavra que, megeramente, utilizamos para conquistar nossos fins, nem sempre sublimes, mas, de toda prova, necessários ao nosso prazer de conquistar.
Cartas são expostas à mesa o tempo inteiro; jogamos como ninguém, até quando não é preciso o acerto, mas jogamos pelo simples desejo de apostar nossas fichas, nosso saber e poder.
Adoro o poder!
Perdemos os segundos que passam, e nem reclamos, embora sejam de suma importância, muito mais importante do que qualquer outra coisa nessa imunda vida, então, por que reclamamos tanto pelas besteiras perdidas?
Os ciclos são intermináveis, enquanto a vida teimar em existir; somos o que somos, não o que aparentamos ser, a hipocrisia tem a nossa cara.
Gê!®
Vislumbro o imenso fracasso dos seres em temerem a morte, desejos pela contemplação da vida, quem sabe, eterna, que jamais chega, afinal, todos morrem...
Maravilhado fico ao perceber que não estou sozinho entre os pensamentos, uma vez que muitos viajam na mesma trilha, possivelmente, por causa do preço, já que, sonhar não custa nada...a não ser o próprio pensamento, solto, vazio, leve feito chumbo derretido, suave como o barulho da sirene da ambulância, que parte rumo ao desconhecido que, moribundo, temendo a morte que lhe ronda, clama por socorro.
Como é incrível enxergar nos outros, aquilo que tão bem guardamos dentro de nós, a hipocrisia!
Fantástica condução humana que, transpõe todas as barreiras do impossível e, consegue fazer coisas que, já nem sei se os deuses, ainda, duvidam.
Quão poderosa é a arte do pensar, pois, com as reflexões, garantidas como bônus, mais e mais milhas conquistamos, bastando tão somente à disposição, visto que, nem de mala precisamos e, nessa viagem insólita, a melhor companhia é a nossa própria, conhecedora das nossas limitações e, compreensiva com os intermináveis descasos que damos aos fatos relevantes e, infundadas preocupações mantidas diante das futilidades...
Penso, logo, isso nada quer dizer!
Sou a praticidade em pessoa, quando o assunto é o relativismo, penso na morte, mais do que na própria vida, calculo as horas que ainda me cabem, pouco mais de 216mil/h ainda tenho, se contingência não ocorrerem, mas, ao contrário da maioria, não desejo todo esse tempo, pois, com o passar dos anos, tudo se parece reprise; nem a nova mulher amada, parece ser tão encantadora, embora seja, afinal, já foram tantas...
Com o tempo, por mais criativo que sejamos, tudo fica repetitivo, dá moleza, desmotiva, perde a graça e, o sorriso que é esboçado, é, antecipadamente preparado, de acordo com a clientela, parece que perdemos o romantismo da surpresa, do autoencatamento, automático ficamos. Não aprecio disso!
Hoje, mais maduro, começo a entender aqueles que dão fim à própria vida, coisa que antes recriminava, não recrimino mais, e, quem sabe, um dia também não seja esse o nosso destino, afinal, não há coisa mais chata do que a reprise da reprise da reprise, pelo menos, eu acho.
Enquanto não chega ao final dessa já conhecida estória, vamos, entre bocejos, assistir a tudo, sem dar muita atenção à coisa alguma; olhar com desdém às cenas que tanto fascinam a quem assiste pela primeira ou segunda vez e, dar gargalhada da seriedade com que é levado cada capítulo, uma vez que sabemos que, no final tudo dá certo e, se não dá, fingimos...está tudo certo!
Banalidades.
Penso, logo, isso nada quer dizer!
Na banalidade dos meus pensamentos, penso! Imagino questões indissolúveis, procuro solucioná-las, na medida do impossível.
Capítulos são encerrados a cada instante, em nossas vidas.
Jamais o amor prevalece, afinal, trata-se apenas de uma palavra que, megeramente, utilizamos para conquistar nossos fins, nem sempre sublimes, mas, de toda prova, necessários ao nosso prazer de conquistar.
Cartas são expostas à mesa o tempo inteiro; jogamos como ninguém, até quando não é preciso o acerto, mas jogamos pelo simples desejo de apostar nossas fichas, nosso saber e poder.
Adoro o poder!
Perdemos os segundos que passam, e nem reclamos, embora sejam de suma importância, muito mais importante do que qualquer outra coisa nessa imunda vida, então, por que reclamamos tanto pelas besteiras perdidas?
Os ciclos são intermináveis, enquanto a vida teimar em existir; somos o que somos, não o que aparentamos ser, a hipocrisia tem a nossa cara.
Penso, logo, isso nada quer dizer!
Gê!®


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